De forma inesperada! - Por GAP - Equipe Top de Brasilia (Historia real que aconteceu com nosso jornalista GAP)

Sol Acompanhantes Brasilia

Sabe quando você se arruma todo para sair, para beber, paquerar e tentar levar aquela princesa, aquela gata para sua casa ao final da noite? Existem aqueles que chegam a colocar camisinha nos bolsos. Então, muitas vezes você se prepara e a tal princesa não acontece. Quando você menos espera, acontece algo memorável e inacreditável, a ponto de querer contar aos amigos e eles não acreditarem no fato, assim como você mesmo ainda não acredita.

Comigo aconteceu tal coisa. Fui à Florianópolis, capital de Santa Catarina e saí pela noite da ilha sem grandes esperanças sexuais, mas vá lá, eu estava bem arrumado e nem imaginava levar mulher alguma nesta noitada, pois realizava uma viagem acompanhado de minha família. Bom, lá pelas tantas da noite, sozinho, entrei num clube a fim de dançar e beber uma boa cerveja. Acabou que fiquei bem alterado, devido às tais belas cervejas geladas. Neste momento, eu já nem saberia como voltar ao hotel em que eu estava hospedado com minha família. Vale dizer que eu dividia um quarto com minha mãe: ou seja, pior possível em termos de se pensar em levar uma mulher para seu quarto de hotel, concordam? Mas lembrem-se: eu não pensava nisso – na verdade sim – mas o fator família diminuía o tesão. Podem rir.

Foi nesta hora, numa de minhas loucas andanças pelo clube, com uma cerveja na mão, me divertindo, que vi uma mulher bem exótica, tipo aquelas acompanhantes de Brasília maravilhosas, diferente, de beleza peculiar – bom, daquelas que não iriam querer nada comigo normalmente – me olhando friamente bem na direção de meus olhos e, claro, dançando. Incrível. Ela não parava. Eu até quis me beliscar. Vai que eu estava apenas bêbado e imaginando demais. Mas nem estava. Logo analisei: ela era morena, de traços finos, olhos da cor de mel, cerca de 1,70m de altura, uma pele completamente dourada de Sol – daquelas que moram na areia da praia, um nariz fino, boca grande e bem carnuda, a cintura mais proporcional possível (já imaginava minhas mãos naquela cintura) à sua linda bunda (ou bumbum?) e por fim, um cheiro que me deixava já no chão antes de começar qualquer tipo de luta. Ah! Quanto à roupa, ela usava um vestido pós-praia curtíssimo, todo furado, com uma linda barriga bem exposta em meios aos furos e um lindo biquíni curto e preto também à vista.

Pelo fato de me olhar, e me olhar bastante (visto que eu nem acreditava nisso), eu não poderia ficar parado. Parti para conhecê-la e percebi que era estrangeira. Comecei a puxar assuntos em inglês, um tanto alterado, mas com um inglês perfeito (afinal, bebendo fala-se melhor uma língua de fora). Ela foi extremamente simpática. Cheirosa e com os cabelos longos jogados vez ou outra para trás enquanto falava comigo; assim ela conseguia me encantar cada vez mais. Falávamos sobre o que ela achava do Brasil, das praias, da própria Turquia (que deve ser linda, né?), de músicas e muito mais. Ela falava pra mim a todo o momento que só pensava em dançar e que os brasileiros eram simpáticos e bonitos, mas não havia conhecido nenhum que fosse bem direto com ela. E eu pensava: “to aqui”.

Completamente já excitado e louco por ela, eu imaginava que se transássemos, a primeira vez nem contaria, se é que me entendem. Também pensava em como propor a ela que procurássemos outro local, mais calmo e assim, sair de lá levando tal beleza comigo. Inclusive, eu imaginava que seria bloqueado por ela na primeira fala minha tentando sair de lá. Eu pensando isso tudo, e ela não parava de me olhar e dançar de maneira super sensual e a todo momento. Foi quando, sem esperar e já me surpreendendo, ela vira para mim e emenda com seu inglês: “GPA, let's go to some other place?” (GPA, vamos para outro local?). E eu, sem tremer: “Yes, let's go” (não preciso traduzir).

Saímos e paramos num bar horrível e tosco no centro da ilha. Nem me lembro como fomos parar lá. De taxi, claro. Sei que de lá, ela me convidou para seu hotel e me disse que estava sozinha. Ou seja, cada vez eu ia atingindo um nível de excitação maior. Ela, também meio alterada, começou a brincar comigo, já traduzindo, ela dizia: “Eu tenho namorado, não podemos fazer nada, mas deixarei você apenas tomar banho comigo e quem sabe poderemos trocar alguns beijos”. Nesta hora eu só pensava naquela frase: “Ela não sabe com quem está falando”, e eu ria sozinho, explodindo de tesão.

Lá fomos nós, entrei em seu hotel, um belo hotel, quarto grande e uma banheira maravilhosa e bem limpa. Mais limpa que meu quarto em minha casa. E era lá o destino. A turca, sem nenhuma timidez, direta e bem rápida, tirou o vestidinho furado, colocou uma música, e seguiu até a banheira com seu biquíni. Ao entrar na tal banheira – e eu lá, ao lado, olhando tudo e já sonhando com algo bem quente e safado –, ela tira a parte de cima do biquíni e me convida para acompanhá-la. No fundo, tocava um som dos Rolling Stones (ela disse ser super fã e escolheu a trilha em seu). Juntei-me àquilo tudo e me vi somente de cueca, querendo saltar da mesma. Ela não me deixava tocá-la com facilidade, até que comecei a beijá-la com calma e muito carinho. A turca dizia um 'não', mas daquele jeito de quem queria mais que aquilo, sabem? Falava não, mas me puxava pela cueca. Cada vez mais sensual. Chuveiro caindo, banheira enchendo, Stones tocando e eu pensava: “Já vão uns 20min, 30min... quando é que vamos sair desta banheira?”

Saímos do banheiro, ela ainda de biquíni e eu nervoso. Comecei a me despir mais ainda. Foi quando ela me viu nu. Neste momento, ela tira o biquíni, fica nua também – percebi que era completamente depilada, talvez tivesse feito isso naquela própria noite – e me pede uma massagem. Nesta hora, o namorado dela nem devia mais existir. Comecei a tocá-la, em suas costas, pernas, partes internas das coxas e percebi certos gemidos sensuais com minha massagem. Quando virei-a de frente, não pensei duas vezes e também nem tive impedimento, cheguei direto com minha boca em sua linda mocinha depilada e gastei bons e demorados minutos ali.

Ela, completamente molhada, eu pude sentir, nem notou que eu colocara a camisinha (bom, assim é mais fácil de conseguir logo um sexo). Virei-a de costas mais uma vez e comecei a entrar loucamente naquele pedaço de paraíso sem ter nenhum atrito por parte dela. Eu parecia que estava com fome depois de uns 3 dias sem almoçar nem jantar. Não parei e fiquei surpreso com o ocorrido. Que performance eu tive. Pensei que fracassaria, o que seria ou poderia ser bem normal, visto que aquele monumento colocava medo em muita gente. Bom, é isso. Não trocamos telefones nem nada além de fluidos sensuais. Isso memorável. A noite perdurou até às 6h da manhã. E, claro, cheguei fora de hora em meu hotel, com minha mãe super preocupada. Não me lembro da desculpa que eu dei a ela. Só sei que penso neste sexo inesperado até hoje.